quarta-feira, 29 de junho de 2011

Motorola e Samsung recebem incentivo para produzir tablets no Brasil
Empresas estão na lista das seis primeiras que tiveram autorização do governo para fabricar equipamentos com menos impostos

O governo federal divulgou a lista das seis primeiras empresas que tiveram aprovado o pedido de redução de impostos para produção de tablets no Brasil, são elas: Aiox, Envision, Motorola, MXT, Positivo e Samsung.    

A autorização do governo está relacionada aos benefícios do PPB (Processo Produtivo Básico) para produção de tablets no País. Na prática, essas empresas poderão fabricar os equipamentos com menor incidência de PIS/Cofins e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

Com a redução dos impostos federais (IPI e PIS/Cofins), somada à queda do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) – que varia de acordo com o estado –, as expectativas são de que os tablets produzidos no Brasil sejam até 40% mais baratos.  A previsão foi feita pelo secretário de Políticas de Informática do Ministério de Ciência e Tecnologia, Virgilio Almeida, de acordo com notícia divulgada na Agência Brasil.

Até o momento, o Ministério da Ciência e Tecnologia informa que 15 fabricantes já demonstraram interesse na fabricação de tablets no País e a maioria delas deve iniciar a produção ainda neste ano. No caso específico da Motorola, a fabricante já produz o equipamento no Brasil, mas, até então, não tinha os benefícios fiscais.

Nesta semana, a ZTE informou que pretende iniciar a fabricação do tablet brasileiro até agosto. Além disso, a Foxconn já divulgou que planeja produzir o iPad, da Apple, no País, ainda em 2011.

HDs Externos a partir de R$129,00

terça-feira, 28 de junho de 2011

Galaxy Tab 8.9 chega até o fim de julho pela Claro



Enquanto todo mundo só fala do Samsung Galaxy Tab 10.1, seu irmão mais novo, o modelo de 8,9 polegadas anda um pouco ofuscado. Mas parece que a Claro acredita na versão menor — e com um preço menor –, e anunciou hoje que começa a vender com exclusividade o novo tablet da Samsung até o final de julho.
Apesar do anúncio, o novo Tab estava presente no evento apenas na forma de um protótipo, ainda com detalhes de software que serão corrigidos até o lançamento. O tablet ainda estava com a versão 3.0 do Android, mas a Claro prometeu que ele já será lançado com a versão 3.1 do sistema. Pelo menos o aparelho exibido era a versão final em termos de hardware.
O Tab 8.9 é um aparelho interessante: apesar de menor, ele é sensivelmente maior do que o Tab de 7 polegadas e, oras, tem apenas 1,2 polegadas a menos do que a versão maior. O resultado agrada, já que não se perde tanta área de tela e as quase 100 gramas a menos em relação ao Tab de 10 polegadas (470g contra 565g) são muito bem vindas para quem pretende ler bastante e ficar com o aparelho erguido por horas e horas. O acabamento em plástico colabora com a leveza e, apesar de não ser de metal, ele tem uma construção confiável.
O tablet será exclusivo da Claro em seu lançamento — não se sabe até quando ele ficará apenas na operadora — e é a primeira vez que se fala oficialmente da nova geração de tablets da Samsung. A operadora não falou o preço exato do aparelho, mas deixou claro que ele será mais barato que os aparelhos topo de linha — como a Claro fez questão de dizer que quer “democratizar e viabilizar” tablets e smartphones, apostamos em um valor entre R$1.100 e R$1.300, já que o Tab de 10,1 polegadas deve ficar na faixa de R$1.700. O modelo vendido pela operadora será o 3G, e provavelmente virá atrelado a algum plano de dados.

Smartphones novos no pacote

Além do Tab, a Claro também anunciou que dois novos smartphones com Android entrarão em seu portfólio até o fim de julho: o LG Optimus 2X, que será exclusivo da operadora, e o aguardado Samsung Galaxy S II — esse, sem exclusividade.
O Optimus 2X foi lançado oficialmente em dezembro e foi certificado como “o primeiro aparelho com processador dual core” do mundo todo. Isso pode ser bacana por um lado, mas também deixa bem claro que ele já é relativamente antigo, já que uma gigantesca enxurrada de aparelhos com processadores dual core foi anunciada em 2011. A própria LG pretende trazer o Optimus Black e o Optimus 3D para o Brasil nos próximos meses, dois smartphones mais recentes da empresa.
Já o Galaxy S II é aguardado com ansiedade por parte dos usuários, mas a Claro não quis dar detalhe algum sobre preços, apenas fez questão de marcar território e confirmar que terá o aparelho até o fim de julho. Mas se você não aguenta mais aguardar, talvez a espera esteja acabando: no dia 28 de junho, a Samsung prepara o anúncio de um aparelho “nítido, ultrafino e mega rápido”. Já há até uma contagem regressiva no site oficial da empresa. Estaremos lá para saber todos os detalhes do novo monstrinho coreano.

Galaxy S II começa a ser vendido no Brasil; Galaxy Tab 10.1 chega em julho

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Como escolher (bem) um TV de  Led


Mesmo que você não faça questão de um TV ultrafino (há quem diga que isso é bobagem), o fato é que a tecnologia de leds (diodos emissores de luz, na sigla em inglês) é uma revolução. Esses TVs estão cada vez mais presentes nas lojas e, portanto, tendem a ocupar mais e mais casas pelo mundo afora. Oferecem uma série de vantagens sobre seus antecessores, os LCDs que utilizam lâmpadas. E estão sendo aprimorados a cada nova linha que sai das fábricas.
Existem dois tipos de TVs LCD - os convencionais usam backlight de lâmpadas fluorescentes (CCFL), semelhantes às que a maioria das pessoas tem em casa; os chamados "TVs de LED" são também LCDs, só que seu backlight utiliza leds. São pequenos dispositivos elétricos que emitem luz muito mais intensa e duram bem mais que as lâmpadas.
Além de seu custo ser mais baixo (um único led fornece luz equivalente à de várias lâmpadas), esses televisores duram mais e são menos agressivos à natureza. Com isso, os preços estão caindo no mundo inteiro - inclusive no Brasil. Os primeiros TVs desse tipo saíram em maio de 2009 custando em torno de R$ 7.000 (modelos de 40"); hoje, um aparelho equivalente pode ser adquirido até um terço desse valor.
E a performance dos modelos lançados nos últimos meses está entre as melhores do mundo! Não é exagero: devido à situação da economia mundial, os produtos estão chegando ao Brasil quase que simultaneamente ao lançamento nos EUA e na Europa. Ou seja, os TVs que você encontra hoje nas principais lojas brasileiras são - com raras exceções - os mesmos que um americano ou alemão irá encontrar por lá.
FIQUE DE OLHO
Taxa de contraste – Os TVs com taxa mais alta são os que reproduzem melhor as cenas escuras dos filmes, permitindo enxergar até pequenos detalhes (observe, por exemplo, os cabelos dos atores). Os leds propiciaram grande avanço nesse item, que sempre foi o ponto fraco dos LCDs. Os modelos atuais têm ótimos níveis de branco e preto, além de reproduzir todas as gradações de cinza. Esqueça as taxas de contraste mencionadas pelos fabricantes, pois não há uma padronização. Mais importante é você mesmo observar o TV de perto. Pegue um filme como Batman - O Cavaleiro das Trevas, que é muito escuro, e veja se consegue identificar bem os detalhes. Essa é uma boa prova.
Cores – Imagens naturais, nem lavadas nem excessivamente brilhantes: é isso que se espera de um bom TV. Os LED-LCDs top de linha conseguem a medida certa. Cores fortes - vermelho, amarelo, azul - parecem reais e não cansam os olhos. Além disso, seus processadores conseguem captar uma gama bem maior de tonalidades, o que é fundamental na transição das cenas.
Taxa de renovação (refresh rate) – Medida em hertz, é o número que indica quantas vezes o TV é capaz de ler cada quadro da imagem. Essa leitura é feita em altíssima velocidade e, portanto, depende de circuitos internos extremamente precisos. A maioria dos TVs LCD convencionais trabalha com taxa de 60Hz (leitura de 60 vezes por segundo). Mas os LED-LCDs são bem mais avançados: a freqüência pode ser de 120, 240 ou até 480Hz. E acredite: faz enorme diferença, principalmente na comparação entre um TV de 120Hz e outro de 240Hz.
Tempo de resposta (response time) - Uma das deficiências dos TVs LCD convencionais está na reprodução de imagens rápidas, como esportes, corridas, objetos em movimento ou cenas de perseguição dos filmes. Em muitos casos, pode-se ver rastros ou borrões que acompanham esses movimentos (tecnicamente, essa falha é conhecida como blur). Para corrigir o problema, os fabricantes vêm desenvolvendo processadores que conseguem responder mais rapidamente às mudanças nas cenas. Os melhores TVs atingem tempo de resposta de até 1 milisegundo, mas modelos na faixa de 3 a 5ms já apresentam um desempenho excelente nesse item.
Espessura - Os LCDs com backlight de led têm como grande apelo visual a espessura do gabinete: menos de 3cm, contra até 12cm dos demais modelos. Todos vêm com suporte de mesa, em fino acabamento, mas você pode, se quiser, pendurá-los na parede usando o próprio suporte que alguns fabricantes fornecem junto com o TV; ou adquirindo à parte suportes vendidos por empresas especializadas. Um detalhe que nem todo mundo observa é que as telas ultrafinas são muito mais delicadas. Todo manuseio deve ser feito com o máximo cuidado, incluindo a limpeza de pó e/ou gordura que podem se acumular com o tempo.
Brilho - Para tornar seus TVs ainda mais atraentes, alguns fabricantes utilizam vidros brilhantes na fabricação. Isso tem uma vantagem e uma desvantagem. O brilho do display é útil quando se assiste televisão durante o dia, ou quando as luzes ficam acesas. Mas pode ser um incômodo dependendo da posição do TV na sala. Se você optar por um desses modelos, verifique antes que não haverá luz (natural ou artificial) incidindo diretamente sobre a tela, pois os reflexos serão inevitáveis.
Conexões - Os novos TVs LED-LCD estão saindo com uma variedade de conectores que não se encontravam até alguns anos atrás. Isso permite ligar ao mesmo tempo diversas fontes de sinal: player Blu-ray, receptor de TV paga, conversor de TV digital aberta, videogame, computador etc. Mesmo que você não tenha todos esses aparelhos, convém escolher um TV que ofereça essa comodidade para o futuro. O conector mais importante é o HDMI, disponível nas versões 1.3 e 1.4 - esta última é a mais avançada, geralmente encontrada nos TVs 3D. É interessante também que seu TV possua pelo menos uma entrada USB, onde podem ser ligados aparelhos como câmeras, notebooks, pen-drives e HDs externos.
Gravador - Nos últimos meses, os fabricantes começaram a incluir nos TVs top de linha o recurso de gravação, que permite ao usuário fazer seus próprios horários para ver programas de televisão. O TV pode ser programado para gravar com a mesma qualidade da transmissão, inclusive em alta definição. Só que para isso é necessário conectar um dispositivo de armazenamento, geralmente um pen-drive ou um HD externo que tenha memória suficiente para caber tudo que for gravado. Detalhe: para proteger o conteúdo das emissoras contra cópias indevidas, o material é codificado: você só vai poder assisti-lo no mesmo TV em que foi gravado.
Consumo - Esta é uma das principais vantagens da tecnologia de leds: como esses dispositivos luminosos são mais eficientes dos que as lâmpadas comuns, consegue-se maior luminosidade com menos energia. Os novos TVs estão vindo com recursos que ajudam a reduzir mais ainda o consumo. Exemplo: sensores analisam a luz ambiente e regulam o brilho da tela de acordo. Quando a sala está escura, esse brilho diminui automaticamente, e a energia dispendida é menor. Com certeza, essa diferença irá aparecer nas próximas contas de luz.
É quanto consome, em média, um TV LED-LCD de 40".
Esse valor é 55% mais alto num TV LCD comum do mesmo tamanho;
e 111% mais alto num plasma de 42".
OS DOIS TIPOS DE PAINEL LED
Edge-lit - Os leds são montados nas bordas do backlight, e a luz é espalhada sobre os pixels de forma indireta.
Local Dimming - Os leds são montados em blocos distribuídos pela superfície do painel, iluminando diretamente os pixels. Também chamado "Full-LED", ou "Direct LED", é considerado mais eficaz. Os blocos de luz atuam diretamente sobre blocos de pixels, controlados por sensores de alta precisão. Quanto maior o número de blocos (ou segmentos de luz), mais eficiente a iluminação dos pixels. Os TVs atuais desse tipo trabalham com 128 blocos, mas já existem modelos com até 400 segmentos.
revista HOME THEATER & CASA DIGITAL

quarta-feira, 8 de junho de 2011


LG quer incentivar a comparação dos TVs 3D
Para ganhar disputa de mercado, empresa pretende mostrar que óculos passivos são mais eficientes.   
              Com todas as estatísticas apontando para um aumento nas vendas de TVs 3D, a LG decidiu ser mais agressiva para convencer o consumidor de que possui a melhor tecnologia. Na semana passada, a empresa promoveu em Los Angeles um evento para jornalistas brasileiros, onde mostrou oficialmente sua linha de TVs Cinema 3D, que chega às lojas em julho. Alguns desses aparelhos já haviam sido exibidos em São Paulo, em março, mas agora a empresa assume a disputa mundial que envolve a tecnologia 3D.
      "Acabou a brincadeira. Não vamos mais brigar com os concorrentes por causa de produto; vamos comparar tecnologias", anunciou o diretor de marketing da empresa, Humberto De Biase, ao apresentar os produtos. Segundo ele, haverá uma intensa campanha de divulgação para mostrar ao usuário que tanto os plasmas quanto os LCDs da LG oferecem o melhor envolvimento tridimensional.
      Entre os grandes fabricantes internacionais, a LG é uma das que defendem o padrão de óculos passivos (sem bateria), mais leves e mais baratos que os ativos. Os novos TVs da marca utilizam processadores chamados FPR (Film Patterned Retarder), com uma película que amplia a sensação de envolvimento (assista aqui a um vídeo). Samsung, Sony e outros fabricantes apostam no padrão ativo, em que o processamento é feito pelos próprios óculos. "Até o final do ano, queremos levar a tecnologia passiva para toda a linha de TVs 3D", diz De Biase. "Vamos compará-los com os outros modelos e mostrar ao consumidor que nosso produto é superior".
      O aquecimento do mercado de TVs 3D já acontece em vários países. Segundo estudo recente da consultoria DisplaySearch, até o final de 2011 esse tipo de TV irá representar 16,8% do mercado mundial. “A tecnologia 3D é importante para rejuvenescer o mercado de TVs”, comenta David Hsieh, vice-presidente da empresa. No Brasil, a estimativa dos fabricantes é de atingir cerca de 7% das vendas totais de televisores este ano. "O segmento de 3D vai crescer 100% em relação ao ano passado", prevê Daniel Almeida, gerente de produto da LG.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A nova arma da Samsung na briga pelo mercado dos tablets: o Galaxy Tab 10.1

A nova aposta da Samsung para o mercado de tablets chega em junho ao mercado: o Galaxy Tab 10.1. Mais fino e mais leve que o iPad 2, e com uma tela maior que a do seu concorrente, o novo Galaxy Tab vem equipado com o novo Tegra 2 da NVIDIA, uma tela de 10.1” com resolução de 1280×800 em versões com Wi-fi ou Wi-fi + 3G, com capacidade de memória interna de 16, 32 e 64Gb, além de um slot para cartão de memória para aumentar o armazenamento em até mais 32GB;  possui uma câmera frontal de 2MP para vídeo conferências e uma câmera traseira de 3MP com flash LED.
O tablet também conta com suporte a Flash, gravação em 720p HD e reprodução de vídeo em 1080p HD, acesso aos serviços do Google como Gmail, Google Docs e Android Market, além de aplicativos pré-instalados pela Samsung rodando a plataforma TouchWiz UX.
Já se fala de uma linha de acessórios para o tablet, como uma capa com teclado Bluetooth integrado, dock com teclado, dock multimídia, adaptadores USB e um adaptador HDMI para usar o aparelho com TVs compatíveis.
A Samsung prometeu o tablet já com a versão mais recente do Android Honeycomb, a 3.1, no lançamento. O novo sistema acompanha melhorias visuais, suporte a acessórios USB como teclados, câmeras digitais e joysticks.
Lá fora, o modelo mais simples – com Wi-fi e 16 GB – custará em torno de US$ 499. Resta saber se a Samsung lançará o Galaxy Tab 10.1 no mercado brasileiro também em junho desse ano.