sábado, 12 de fevereiro de 2011

Firefox Entrando no Esquecimento: O IE9 Está Mirando no Chrome


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Essa semana que passou vimos o anúncio do Internet Explorer 9, e ficou bastante claro que a Microsoft encara o Google Chrome como o seu principal concorrente no mercado dos navegadores.
Não foi explicito, mas o que deixou essa impressão foi o que a Microsoft deixou de falar durante este evento e os eventos passados do IE9. Muitas vezes ouvimos a palavra “Chrome,” e nada de sair “Mozilla” ou “Firefox.”
Mas quando analisamos as estatísticas globais dos navegadores, vemos o Internet Explorer decair lentamente, dos 55% de participação de Janeiro do ano passado para 46% de hoje. São 9 pontos percentuais perdidos. Por outro lado, o Chrome está com tudo, subindo de 6% do mesmo período do ano passado para seus 16% de hoje. Mas e o Firefox? Continua na segunda posição com sua participação constante de 30%.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

TECNOLOGIA

Tablet brasileiro pode custar menos de R$ 1 mil se governo reduzir impostos

 
Brasília – O presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, acredita que computadores portáteis do tipo tablet (em forma de prancheta, sem teclado físico) fabricados no Brasil poderiam custar entre R$ 800 e R$ 1 mil, preços similares aos praticados em outros países. Mas, para que os preços caiam, seria preciso incluir os tablets no programa Computador para Todos, que prevê redução de impostos para equipamentos de informática.
Barbato, que se reuniu nesta sexta-feira (4) como ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que a inclusão desse tipo de computador portátil no programa de incentivos fiscais “vai facilitar a introdução do produto no país”. O presidente da Abinee informou que, com o incentivo, fabricantes de computadores com fábricas no Brasil conseguiriam colocar os tablets no mercado nacional em, no máximo, quatro meses.
“O governo também quer baratear o tablet, porque faz parte da política de informática”, disse Barbato. Além do apoio do governo federal, no entanto, o setor industrial considera fundamental a participação dos estados, com a desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Barbato lembrou que o Brasil é o terceiro maior mercado de computadores do mundo e que algumas empresas, como a Apple, estão percebendo que perdem oportunidades por não ter fábricas no país. Na última quarta-feira (2), a vice-presidente mundial para Assuntos Governamentais da Apple, Catherine Noveli, esteve no Ministério das Comunicações para se reunir com o ministro Paulo Bernardo.